quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Um vinho perfeito para o inverno / A perfect winter wine

A mais recente nota de prova sobre o Terrus 2007, desta vez no site da Maria João de Almeida.


Terrus tinto 2007 (Douro) - (Provado em Novembro de 2011)


Um excelente tinto do Douro, com a fruta de qualidade a sobressair no conjunto, bem casada com a madeira onde estagiou. Sente-se aqui o poder do Douro, mas com elegância, num corpo complexo e sofisticado.


Nota: 85 Pontos


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The most recent review of Terrus 2007, this time on the website of Maria João de Almeida.


Terrus tinto 2007 (Douro) - (Tasted in November 2011)


An excellent red from the Douro, with fruit that stands out in the ensemble, and is well combined with the wood in which it aged. In this wine one can feel the power of the Douro, but with elegance, in a complex and sophisticated body.


Grade: 85 Points


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Encher os sentidos / Filling the senses

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a pública recomenda: Encher os sentidos, Manuel Carvalho, Pública 25.09.11, p.6


Terrus 2007


Pela intensidade aromática e opulência na boca, este vinho parece mais um Douro do Cima Corgo do que da freguesia que situa o limite ocidental da região. Proveniente de solos graníticos e de vinhas velhas, é um tinto com carácter, com sugestões de framboesa bem combinada com notas da barrica e da garrafa, boca marcada por uma boa estrutura de taninos já numa razoável fase de maciez e um final de prova com classe. Um vinho que enche os sentidos, bom para acompanhar pratos de sabor intenso, excelente para deixar mais alguns na cave, onde vai sem duvida aprimorar as suas qualidades.


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pública recommends: Filling the Senses, Manuel Carvalho, Pública magazine 25.09.11, p.6


Terrus 2007


For its aromatic intensity and its opulent taste, this seems more like a Douro wine from the northern bank of the river, than one from the parish that delineates the region’s western boundary. Coming from granitic soils and old vines, this is a red wine with character, with hints of raspberry that blend well with the notes of the barrel and the bottle. The taste is marked by a good tannic structure at a good stage of softness and a finish with class. This is a wine that fills the senses, good for accompanying dishes of intense flavour, and excellent to leave a few bottles in the cellar, where it will undoubtedly enhance its qualities.


sábado, 17 de setembro de 2011

good things come to those who wait

Saiu uma nova crítica do Terrus 2007, no último número da Revista de Vinhos:


Terrus Douro tinto 2007

17,0 valores


Cor profunda de grande impacto visual, aroma cheio, com muita fruta madura mas um perfil austero e químico de grande classe. Muito boa a prova de boca, com taninos de luxo e belos aromas. Muito bem. (14%)


Revista de Vinhos, Setembro 2011, João Paulo Martins


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A new review of Terrus 2007 appeared in the Portuguese wine magazine Revista de Vinhos:


Terrus Douro red 2007

17 points


Has deep colour with great visual impact, full aroma, with a lot of mature fruit but an austere and chemical profile of great class. Very good taste in the mouth, with luxurious tannins and beautiful aromas. Very good. (14%)


Revista de Vinhos, September 2011, João Paulo Martins


sexta-feira, 13 de maio de 2011

a review of Terrus, from Sarah Ahmed, The Wine Detective

Terrus 2005 – the first vintage of this young vine but co-fermented (because the quantities are so small) blend of Touriga Nacional, Touriga Franca and Sousao with 5% Cabernet Sauv, 5% Syrah. Aged in 100% new oak simply because it was the first year and everything was new, it sports a cedary, spicy, slightly gamey nose. A succulent palate shows juicy blackberry and blackcurrant on the attack, joined by red fruits on the mid-palate and minerals on the finish. [...] An impressive debut. A winery to watch.

Terrus 2007 – a deeper colour with lovely freshness to the nose, again blackcurrant very much to the fore. Very juicy in the mouth with firm but fine, polished tannins. Again, very promising.

Terrus 2008 – Touriga Franca matured very late in this vintage so it didn’t make the cut in 2008. A really classic mineral-sluiced, fresh and lifted 2008. It shows floral/white pepper notes to its predominantly red fruits, shot with minerals. Very bright, fresh, mineral and pure. Very good.

Sarah Ahmed, The Wine Detective, July 2010

The rest of the article, including reviews of other Douro4U wines, can be found here.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Passar ao lado

"Terrus 05 - complexidade aromática, acidez incrível, potência de boca, final muito longo, grande harmonia. Enologia do Francisco Montenegro. Um dos grandes vinhos produzidos no Douro em 2005 e um dos meus preferidos. Tem mais 10 anos pela frente. Surpreendentemente passou ao lado da crítica. Estavam distraídos? Nota 18,5 (noutra 18,5/17,5)."

domingo, 1 de maio de 2011

A poem by CZESLAW MILOSZ, translated by Robert Hass

Late Ripeness

Not soon, as late as the approach of my ninetieth year,

I felt a door opening in me and I entered

the clarity of early morning.

One after another my former lives were departing,

like ships, together with their sorrow.

And the countries, cities, gardens, the bays of seas

assigned to my brush came closer,

ready now to be described better than they were before.

I was not separated from people,

grief and pity joined us.

We forget - I kept saying – that we are all children of the King.

For where we come from there is no division

into Yes and No, into is, was, and will be.

We were miserable, we used no more than a hundredth part

of the gift we received for our long journey.

Moments from yesterday and from centuries ago –

a sword blow, the painting of eyelashes before a mirror

of polished metal, a lethal musket shot, a caravel

staving its hull against a reef – they dwell in us,

waiting for a fulfillment.

I knew, always, that I would be a worker in the vineyard,

as are all men and women living at the same time,

whether they are aware of it or not.

From New and Collected Poems 1931-2001 by Czeslaw Milosz (Penguin)

domingo, 24 de abril de 2011

Ls15374

Esta é uma curta-metragem que fiz com a minha amiga Kathleen Pullum no verão de 2009.

Conheci a Kath num workshop de filmes documentário em 2008. Durante esse workshop o nosso grupo (mais dois rapazes, o Isaac Marrero e o Uilleam Blacker) fez um documentário sobre um imigrante romeno em Londres. A Kath e eu continuámos a trabalhar juntas, e no verão de 2009 queríamos criar uma curta para um concurso cujo tema era “controle”. Inicialmente sugeri fazermos um filme sobre a minha mãe, uma self-confessed control freak. O projecto, não sei bem como, foi evoluindo e acabámos por sempre fazer um filme sobre a minha mãe, mas olhando para o tema de “controle” de uma perspectiva.

O filme não foi escolhido para o concurso, mas continuo a achar a historia interessante, em termos pessoais e da origem dum produto, o Terrus. Mas eu sou suspeita, é claro.



This is a short documentary film that I made with my friend Kathleen Pullum in the summer of 2009.

I met Kath when we both took part in a workshop on documentary filmmaking, as a result of which our group (which included two other guys, Isaac Marrero and Uilleam Blacker) made a film about a Romanian living in London. Kath and I continued to work together, so it was that in the summer of 2009 we wanted to make a short for a competition whose theme was “control”. Initially I suggested that we make a film about my mother, a self-confessed control freak, but, somehow, the project evolved so that we did end up making a film about my mother, but looking at the theme of “control” from another perspective.

The film didn’t make the competition shortlist, but I continue to think it presents an interesting story, both on a personal level and on the origin of a product, i.e. Terrus, but of course I am biased.




segunda-feira, 4 de abril de 2011

Poukaterra

O comboio é um escorrega que baloiça saloio

Entre choques de trigos e cheias, passeantes de choupos da segunda-feira

Pouka terra pouka terra

Pontes, postes, sanitários- banheiras e laranjeiras anãs dopadas

Em condomínios fechados

Na berma dos carris, carruagens abandonadas

Quanto falta para (não) chegar a casa?

Pouka terra pouka terra pouka terra

Gruas, ruídos, estantes de rumores

Cabos, fins, exaustores

Não me canso não me canso não me canso

Nem alcanço a próxima paragem

A pasta do fiscal, um sinal e sinto-me picada

Por um roxo improvável na janela da fachada

Uma água em ângulo escaleno, contraceno com a bandeira de Portugal

E vedações, roupas a secar

Um presidente solidário, não se esqueça de votar

E logo recomeça o jogo aos dados

Dos quarteirões homologados

Kosmos intermarché

Supra-elevadas, matas, tanques

Containers vadios

Vazios e Graffitis, romãs e julietas

Vapor que não é neblina, nicotinas devaneadas

Janelas alistadas e mais vapor

Pavor misto

AUTO-LAVAGEM:

Uma viagem de comboio é isto

O resto é paisagem.

E antes que a Vasco da Gama acorde o último peixe

Vejo o feixe

De luxo do Oriente engolido pela manhã nascente.

E no jornal mais uma guerra

Pouka terra pouka terra pouka terra

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Paola D'Agostino (Mato de Miranda, 10/01/2011)



sexta-feira, 18 de março de 2011

Outra critica | Another review

Esta vez na revista Paixão pelo Vinho | Wine Passion:

Terrus, DOC Tinto 2006

15,5

Cor: Rubi intenso, limpo.

Aroma: Fresco, frutos vermelhos, ligeiro vegetal, especiarias.

Sabor: acidez refrescante, taninos algo secos, frutos pretos mais evidentes, termina longo.

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This time in the magazine Paixao pelo Vinho | Wine Passion:

Terrus, DOC Red 2006

15.5

Colour: Clean, intense ruby colour.

Aroma: Fresh, red fruits, slight vegetable, spices.

Flavour: Refreshing acidity, somewhat dry tannins, more noticeable black fruits, long finish.

domingo, 30 de janeiro de 2011

E o Terrus 2006 também teve uma crítica muito positiva, do Miguel Pereira no seu site Pingamor:

Terrus tinto 2006

Temos aqui mais uma nova marca douriense, sendo este vinho a segunda colheita consecutiva da casa. Projecto familiar, tem a Quinta do Fundo da Vila, Baixo Corgo, como cenário e terroir destes vinhos que prometem dar que falar. É um dos produtores integrados no Douro4U, um projecto criado por 5 empresas/produtores para divulgação dos seus vinhos. A enologia, como se passa nos restantes produtores, está a cargo de Francisco Montenegro, neste caso sobrinho de Maria da Assunção Foy, proprietária da quinta.

Fiquei rendido ao vinho. As uvas de Touriga Nacional, Touriga Franca, Sousão e outras, provenientes de um solo granítico e com estágio de cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês, deram origem a um belíssimo vinho, com uma elegância impressionante. Sentimos no copo a calma, a fruta madura e fina, as especiarias que nos trazem complexidade, a acidez que nos puxa para a mesa. Uma excelente surpresa, uma aposta mais que certa para quem busca muita qualidade e muita elegência. Fiquei fã. (93)

[Obrigado ao Ricardo Maneira por nos ter chamado a atenção a esta crítica.]

Keeping it in the Family

O Bétula 2009, vinho branco de Catarina Montenegro (sobrinha da São Foy) recebeu um bela critica da Maria João de Almeida:

Bétula branco 2009 (Douro) – Catarina Montenegro (Provado em Janeiro de 2011)

No aroma revela notas de fruta tropical madura, apontamentos vegetais e alguma especiaria. No paladar é cativante e envolvente, revelando fruta de qualidade e mineralidade que lhe dá elegância. Boa acidez e madeira bem integrada. Muito gastronómico.

Nota: 84 Pontos

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